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	<title>Engenharia FÃ­sica</title>
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	<description>Site de divulgaÃ§Ã£o criado pelos alunos da UC</description>
	<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 16:01:14 +0000</pubDate>
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		<title>Projecto de Final de Mestrado</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 16:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luismiguel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[
Desta feita Ã© a vez de JoÃ£o Neto, aluno do Ãºltimo ano de Engenharia FÃ­sica, nos contar o que anda a fazer:

&#8220;De momento estou a realizar o meu projecto de final de curso na empresa Sinergiae, no departamento Space &#38; Technology. O objectivo do projecto consiste no acompanhamento da missÃ£o PILOT - uma sonda estratoesfÃ©rica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Desta feita Ã© a vez de JoÃ£o Neto, aluno do Ãºltimo ano de Engenharia FÃ­sica, nos contar o que anda a fazer:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">&#8220;De momento estou a realizar o meu projecto de final de curso na empresa Sinergiae, no departamento Space &amp; Technology. O objectivo do projecto consiste no acompanhamento da missÃ£o PILOT - uma sonda estratoesfÃ©rica para a mediÃ§Ã£o da radiaÃ§Ã£o cÃ³smica de fundo - e posterior concepÃ§Ã£o e fabrico de um dos sistemas integrantes da sonda.<br />
A minha experiÃªncia na empresa tem sido superior ao que eu poderia ter desejado, embora inicialmente o horÃ¡rio e etiqueta quasi-laborais pareÃ§am estranhas ao estudante. Ainda assim estou bastante satisfeito com o rumo do meu trabalho que, sendo exigente, nunca cai na rotina, tornando-se mesmo muito gratificante no dia-a-dia. Ã‰ certamente diferente da rotina de aulas e por vezes olho para trÃ¡s e recordo esses tempos com saudade. Felizmente mantenho o elo com Departamento de FÃ­sica na forma dos SeminÃ¡rios de InstrumentaÃ§Ã£o, a Ãºnica disciplina que estou de momento a frequentar e que semanalmente me devolve Ã  rotina do estudante; no meio disto ainda tem que haver tempo para ajudar na jeKnowledge e conviver com os amigos - o que Ã© tambÃ©m muito importante para aliviar a tensÃ£o do dia-a-dia.<br />
Estou bastante confiante em relaÃ§Ã£o ao futuro, pois enquanto engenheiro fÃ­sico sinto-me preparado para integrar e aprender os &#8220;ossos do ofÃ­cio&#8221; em quase todos os ramos da engenharia; de facto, ainda sem ter terminado o mestrado, jÃ¡ surgiram duas oportunidades de emprego, o que reforÃ§a a minha tese de que nÃ³s, engenheiros fÃ­sicos, somos bons no que fazemos - e as empresas sabem.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">JoÃ£o Neto, finalista do Mestrado em Engenharia FÃ­sica&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Objectivo Cumprido</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 01:01:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luismiguel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[PorquÃª Engenharia FÃ­sica ?]]></category>

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		<description><![CDATA[SaÃ­ram ontem as colocaÃ§Ãµes no Ensino Superior, e Ã© caso para dizer que os resultados foram os melhores possÃ­veis :20 colocados em Engenharia FÃ­sica, nÃºmero que fez com que o curso enchesse pelo segundo ano consecutivo.
Apesar de o facto de este ser o segundo ano que tal acontece retirar parte da novidade, nÃ£o Ã© menos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">SaÃ­ram ontem as colocaÃ§Ãµes no Ensino Superior, e Ã© caso para dizer que os resultados foram os melhores possÃ­veis :20 colocados em Engenharia FÃ­sica, nÃºmero que fez com que o curso enchesse pelo segundo ano consecutivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de o facto de este ser o segundo ano que tal acontece retirar parte da novidade, nÃ£o Ã© menos notÃ¡vel confirmarmos que o nÃºmero de pessoas a entrar o ano passado, que recordemos, veio quebrar um ciclo que entravam no mÃ¡ximo 5/6 pessoas, nÃ£o foi fruto de mero acaso. Mais: nÃ£o houve um Ãºnico curso de Engenharia FÃ­sica do paÃ­s que ficassem com vagas por preencher. Para completar o panorama, basta acrescentar que a divulgaÃ§Ã£o do curso este ano foi atÃ©  bastante menos intensiva que o ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto quer dizer duas coisas: temos credibilidade junto dos mais jovens, e temos cada vez mais credibilidade perante o mercado de trabalho, pois cada vez os cursos sÃ£o escolhidos segundo critÃ©rios mais racionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo razÃµes para sorrir.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Percursos #5 - Ana Pratas</title>
		<link>http://ef.jeknowledge.com/2009/percursos-5-ana-pratas/</link>
		<comments>http://ef.jeknowledge.com/2009/percursos-5-ana-pratas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 21:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luismiguel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Percursos]]></category>

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		<description><![CDATA[Cerca de nove meses depois do seu Ãºltimo texto, a Mestre em Engenharia FÃ­sica Ana Pratas actualiza-nos com informaÃ§Ãµes sobre o que mudou na sua vida profissional entrentanto:
&#8220;OlÃ¡, eu sou a Ana Pratas e terminei o curso de Engenharia FÃ­sica em Setembro de 2008, em Coimbra. Lembro-me que nessa altura nÃ£o tinha qualquer perspectiva de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align=justify>Cerca de nove meses depois do seu Ãºltimo texto, a Mestre em Engenharia FÃ­sica Ana Pratas actualiza-nos com informaÃ§Ãµes sobre o que mudou na sua vida profissional entrentanto:</p>
<p><em>&#8220;OlÃ¡, eu sou a Ana Pratas e terminei o curso de Engenharia FÃ­sica em Setembro de 2008, em Coimbra. Lembro-me que nessa altura nÃ£o tinha qualquer perspectiva de emprego, mas  sentia-me  bastante confiante que rapidamente encontraria algo que gostasse (como podem ler no Ãºltimo testemunho que dei). EntÃ£o, sem grandes preocupaÃ§Ãµes, comecei a busca por uma boa oportunidade, mas devo dizer que, na verdade, nÃ£o foi assim tÃ£o fÃ¡cil.<br />
Apesar de ter uma ideia do que queria fazer, as oportunidades demoraram a surgir. JÃ¡ tinha descartado as hipÃ³teses de trabalhar em consultoria e tambÃ©m em algo relacionado com controlo de qualidade, que sÃ£o duas Ã¡reas que nunca me atraÃ­ram mas que sÃ£o Ã³ptimas opÃ§Ãµes para muitos engenheiros fÃ­sicos.<br />
Tentei vÃ¡rias (muitas) empresas, principalmente de energias renovÃ¡veis (a minha primeirÃ­ssima escolha) e algumas bolsas de investigaÃ§Ã£o que envolvessem as Ã¡reas que mais gosto como a Ã³ptica, estado sÃ³lido, entre outras.<br />
Em Fevereiro acabei mesmo por ganhar uma bolsa e, desde entÃ£o, estou no Instituto de TelecomunicaÃ§Ãµes de Aveiro num projecto de comunicaÃ§Ãµes Ã³pticas onde, muito provavelmente, prosseguirei com um doutoramento nesta mesma Ã¡rea.<br />
Penso que fiz a escolha certa, pois as comunicaÃ§Ãµes por fibra Ã³ptica sÃ£o o futuro das telecomunicaÃ§Ãµes (para alguns jÃ¡ Ã© o presente), existe ainda muita investigaÃ§Ã£o para fazer e devo dizer que estou a gostar muito daquilo que tenho feito e aprendido atÃ© agora.<br />
Ã‰ verdade que este curso proporciona uma grande variedade de possibilidades para a vida profissional, mas tambÃ©m Ã© preciso ter alguma paciÃªncia, pois as oportunidades podem demorar a surgir, e &#8220;ir Ã  luta!&#8221;.</p>
<p>Ana Pratas.&#8221;</em>
</div>
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		<item>
		<title>FÃ­sica@UC no Departamento de FÃ­sica</title>
		<link>http://ef.jeknowledge.com/2009/fisicauc-no-departamento-de-fisica/</link>
		<comments>http://ef.jeknowledge.com/2009/fisicauc-no-departamento-de-fisica/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 21:46:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luismiguel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Conhecendo o Departamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Integrada na Universidade de VerÃ£o, realizou-se este ano a segunda ediÃ§Ã£o da FÃ­sica@UC.
Durante uma semana, cerca de 30 alunos dos vÃ¡rios anos do Ensino SecundÃ¡rio tiveram a oportunidade de conhecer melhor o Departamento de FÃ­sica e, no caso de alguns deles, um pouco do que serÃ¡ o seu quatadiano num futuro nÃ£o muito longÃ­nquo.
AlÃ©m de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align=justify>Integrada na <a href="http://www.uc.pt/UV" target="_blank">Universidade de VerÃ£o</a>, realizou-se este ano a segunda ediÃ§Ã£o da <a href="http://www.uc.pt/UV" target="_blank">FÃ­sica@UC</a>.</p>
<p>Durante uma semana, cerca de 30 alunos dos vÃ¡rios anos do Ensino SecundÃ¡rio tiveram a oportunidade de conhecer melhor o Departamento de FÃ­sica e, no caso de alguns deles, um pouco do que serÃ¡ o seu quatadiano num futuro nÃ£o muito longÃ­nquo.</p>
<p>AlÃ©m de uma visita a alguns dos vÃ¡rios pontos de interesse do Departamento (casos da Milipeia, LIP, LaboratÃ³rios de InstrumentaÃ§Ã£o ou Ã“ptica) e das jÃ¡ habituais palestras (infelizmente nÃ£o tive a oportunidade de assistir a nenhuma, mas pelo <em>feedback</em> que tive, foram bastante interessantes), os participantes tiveram a oportunidade de participar num projecto previamente escolhido onde foram acompanhados de perto por um docente do departamento. A semana culminou precisamente com a apresentaÃ§Ã£o dos projectos e a escolha do projecto vencedor.</p>
<p>AlÃ©m disto, tambÃ©m houve a oportunidade para estes jovens terem contacto com alguns alunos do departamento, se bem que devido a forma com as actividades extra estavam organizadas o contacto foi menor do que o que estava inicialmente previsto por nÃ³s. No entanto, parece-me que os jovens gostaram tambÃ©m desta oportunidade.</p>
<p>Em baixo ficam algumas fotagrafias da apresentaÃ§Ã£o dos projectos:</p>
<p><img src="http://algol.fis.uc.pt/forum/fisica_na_uc/2009/foto_8.JPG" width="500" height="332" alt="" /></p>
<p><img src="http://algol.fis.uc.pt/forum/fisica_na_uc/2009/foto_4.JPG" width="500" height="332" alt="" /></p>
<p><img src="http://algol.fis.uc.pt/forum/fisica_na_uc/2009/foto_1.JPG" width="500" height="332" alt="" /></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Centros de InvestigaÃ§Ã£o - CEMDRX</title>
		<link>http://ef.jeknowledge.com/2009/centros-de-investigacao-cemdrx/</link>
		<comments>http://ef.jeknowledge.com/2009/centros-de-investigacao-cemdrx/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 20:38:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luismiguel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Conhecendo o Departamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Como muitos de vÃ³s saberÃ£o, uma das definiÃ§Ãµes de Universidade Ã© que estas produzem conhecimento. E esse conhecimento Ã© maioritariamente obtido atravÃ©s de apostas na investigaÃ§Ã£o.
A Universidade de Coimbra nÃ£o foge a esta definiÃ§Ã£o, e o Departamente de FÃ­sica, sendo parte activa da mesma, tambÃ©m nÃ£o. Assim sendo, trataremos de dar a conhecer os Centros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como muitos de vÃ³s saberÃ£o, uma das definiÃ§Ãµes de Universidade Ã© que estas produzem conhecimento. E esse conhecimento Ã© maioritariamente obtido atravÃ©s de apostas na investigaÃ§Ã£o.</p>
<p>A Universidade de Coimbra nÃ£o foge a esta definiÃ§Ã£o, e o Departamente de FÃ­sica, sendo parte activa da mesma, tambÃ©m nÃ£o. Assim sendo, trataremos de dar a conhecer os Centros de InvestigaÃ§Ã£o que compÃµem o Departamento de FÃ­sica.</p>
<p>HÃ¡ um total de 6 centros de investigaÃ§Ã£o a trabalhar no departamento:  <a href="http://cfc.fis.uc.pt/" target="_blank">Centro de FÃ­sica Computacional</a>, <a href="http://www-lip.fis.uc.pt/" target="_blank">Lab. de InstrumentaÃ§Ã£o e FÃ­sica de PartÃ­culas</a>, <a href="http://pollux.fis.uc.pt/" target="_blank">Centro de Estudos de Materiais por Difr. de Raios X</a>, <a href="http://c-instr.fis.uc.pt/" target="_blank">Centro de InstrumentaÃ§Ã£o</a>, <a href="http://cft.fis.uc.pt/" target="_blank">Centro de FÃ­sica TeÃ³rica,</a> e <a href="http://www.uc.pt/icems/" target="_blank">Instituto de CiÃªncias e Eng. de Materiais e SuperfÃ­cies</a>. No entanto, na notÃ­cia de hoje, por questÃµes de espaÃ§o, apenas daremos informaÃ§Ãµes mais concretas sobre o <a href="http://pollux.fis.uc.pt/" target="_blank">Centro de Estudos de Materiais por Difr. de Raios X</a>, ficando os restantes centros de investigaÃ§Ã£o para notÃ­cias posteriores.</p>
<p>O <a href="http://pollux.fis.uc.pt/" target="_blank">Centro de Estudos de Materiais por Difr. de Raios X</a> estÃ¡ subdividido em 3 grupos de investigaÃ§Ã£o: <a title="Electronic and Magnetic Properties of Materials" href="http://algol.fis.uc.pt:8080/CEMDRX/grupos-de-investigacao/grupo-de-estrutura-electronica-e-magnetica-dos-materiais/portal-do-grupo-de-estrutura-electronica-e-magnetica-dos-materiais">Electronic and Magnetic Properties of Materials</a>, <a title="X-Ray Crystallography and Crystal Engineering" href="http://algol.fis.uc.pt:8080/CEMDRX/grupos-de-investigacao/grupo-de-cristalografia/portal-do-grupo-de-cristalografia">X-ray Crystallography and Crystal Engineering</a> e <a title="Residual Stresses and Engineering Materials" href="http://algol.fis.uc.pt:8080/CEMDRX/grupos-de-investigacao/grupo-de-tensoes-residuais/portal-do-grupo-de-tensoes-residuais">Residual Stresses and Engineering Materials</a>, todos eles de certa forma ligados Ã  FÃ­sica da MatÃ©ria Condensada e Ã  CiÃªncia de Materiais.</p>
<p>O primeiro grupo utiliza Raios-X,Â  bombardeamento de neutrÃµes e tÃ©cnicas de espectroscopia de modo a determinar as caracterÃ­sticas elÃ©ctricas e magnÃ©ticas dos materiais.</p>
<p>O grupo de Raios-x e Cristalografia por sua vez estÃ¡ encarregue de descortinar a estrutura molecular, a geometria molecular ou atÃ© mesmo dar informaÃ§Ãµes sobre a distribuiÃ§Ã£o de densidade dos electrÃµes. Estas informaÃ§Ãµes terÃ£o por sua vez aplicaÃ§Ãµes prÃ¡ticas em Ã¡reas com a FarmÃ¡cia, QuÃ­mica e Biologia.</p>
<p>Por Ãºltimo, o grupo <a title="Residual Stresses and Engineering Materials" href="http://algol.fis.uc.pt:8080/CEMDRX/grupos-de-investigacao/grupo-de-tensoes-residuais/portal-do-grupo-de-tensoes-residuais">Residual Stresses and Engineering Materials</a> tem tambÃ©m alguns investigadores provenientes de outros departamentos da <a href="http://www.uc.pt/fctuc" target="_blank">FCTUC</a>, tais como investigadores de Engenharia MecÃ¢nica. Este grupo, em traÃ§os gerais, investiga factores de risco para materiais da indÃºstria e formas de optimizar a constrÃ§Ã£o de modo a diminuir esses riscos.</p>
<p>Para mais informaÃ§Ãµes acerca dos vÃ¡rios centros nÃ£o hesitem em visitar a pÃ¡gina web de cada um, ou caso prefiram, de entrar em contacto com algum investigador.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>FÃ­sica 2009 - O Que AÃ­ Vem:</title>
		<link>http://ef.jeknowledge.com/2008/fisica-2009-o-que-ai-vem/</link>
		<comments>http://ef.jeknowledge.com/2008/fisica-2009-o-que-ai-vem/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2008 19:18:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luismiguel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mundo da FÃ­sica]]></category>

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		<description><![CDATA[Em vÃ©speras de ano novo, nada melhor do que dar destaque ao que mais revelante se passarÃ¡Â  no ano de 2009 em termos de fÃ­sica e que directa ou indirectamente se relacionarÃ¡ com o nosso curso.

Assim sendo, um tema incontornÃ¡vel Ã© naturalmente o LHC. Posto a funcionar inicialmente a 10 de Setembro, problemas elÃ©ctricos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em vÃ©speras de ano novo, nada melhor do que dar destaque ao que mais revelante se passarÃ¡Â  no ano de 2009 em termos de fÃ­sica e que directa ou indirectamente se relacionarÃ¡ com o nosso curso.</p>
<ul>
<li>Assim sendo, um tema incontornÃ¡vel Ã© naturalmente o <a title="LHC" href="http://lhc.web.cern.ch/lhc/" target="_blank">LHC</a>. Posto a funcionar inicialmente a 10 de Setembro, problemas elÃ©ctricos que se viriam posteriormente a reflectir ao nÃ­vel da refrigeraÃ§Ã£o fizeram com que o seu funcionamento fosse interrompido 9 dias depois, sem que ainda se tivesse registado nenhuma colisÃ£o entre protÃµes. No entanto, estes problemas estÃ£o a ser <a href="http://cdsweb.cern.ch/journal/article?name=CERNBulletin&amp;issue=50/2008&amp;number=3&amp;category=News%20Articles&amp;ln=en" target="_blank">resolvidos </a>e Ã© de esperar que em <a href="http://physicsworld.com/cws/article/news/36973" target="_self">Junho de 2009</a> se faÃ§am as primeiras colisÃµes entre protÃµes. Caso os resultados estejam de acordo com o previsto (descoberta do bosÃ£o de Higgs, por exemplo) poderÃ¡ ser essa a data de uma nova era da FÃ­sica.</li>
<li>Ã‰ um dos temas da moda e por vezes forma de marketing ao nÃ­vel da fÃ­sica: falamos claro da nanotecnologia. No entanto, Ã© inegÃ¡vel que esta Ã© uma Ã¡rea com um potencial enorme e que convÃ©m seguir da forma mais prÃ³xima possÃ­vel. Deste modo aconselhamos-vos a estarem atentos aos resultados que sairÃ£o deste <a href="http://www.nanotechexpo.jp/en/outline.html" target="_self">ciclo de conferÃªncias</a>.</li>
<li>2009 Ã© tambÃ©m o <a href="http://www.astronomy2009.org/" target="_self">Ano Internacional da Astronomia</a>, e como Ã© de esperar, a astronomia serÃ¡ um tema de destaque tanto a nÃ­vel internacional como a nÃ­vel local. SÃ£o de esperar alguma palestras e conferÃªncias sobre o tema nos prÃ³ximos tempos.</li>
<li>O prÃ³ximo ano contarÃ¡ tambÃ©m com o seu jÃ¡ habitual <em>meeting</em> de estudantes de fÃ­sica, a acontecer desta feita em Split, na CroÃ¡cia, por altura do <a href="http://icps2009.hfd.hr/" target="_blank">XXIV ICPS</a>.</li>
<li>A um nÃ­vel mais local, tambÃ©m contaremos com o encontro nacional de estudantes de fÃ­sica, <a href="http://faraday.fc.up.pt/alunos/xi-enef" target="_blank">ENEF</a>, a realizar-se na cidade do Porto. Mais do que um mero convÃ­vio, decorrerÃ£o apresentaÃ§Ã£o de projectos, cujos vencedores terÃ£o a oportunidade de ir ao ICPS com a estadia e viagem pagas.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Departamento de FÃ­sica possibilita sala de estudo nocturna</title>
		<link>http://ef.jeknowledge.com/2008/departamento-de-fisica-possibilita-sala-de-estudo-nocturna/</link>
		<comments>http://ef.jeknowledge.com/2008/departamento-de-fisica-possibilita-sala-de-estudo-nocturna/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 18:30:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luismiguel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Conhecendo o Departamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Em virtude de mais uma Ã©poca de exames que se aproxima, o departamento de fÃ­sica concedeu a possibilidade de os seus alunos usarem a sala de estudo do departamento durante um periodo nocturno.
Assim sendo, de 5 de Janeiro a 9 de Fevereiro, os alunos que assim o entenderem terÃ£o a possibilidade de estar no departamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em virtude de mais uma Ã©poca de exames que se aproxima, o departamento de fÃ­sica concedeu a possibilidade de os seus alunos usarem a sala de estudo do departamento durante um periodo nocturno.</p>
<p>Assim sendo, de 5 de Janeiro a 9 de Fevereiro, os alunos que assim o entenderem terÃ£o a possibilidade de estar no departamento entre as 21:45 e as 02:00, podendo desta forma usufruir nÃ£o sÃ³ da sala de estudo, mas tambÃ©m da sala que contÃ©m os computadores (sala adjacente).</p>
<p>A abertura e fecho da sala, bem como o controlo das entradas ficarÃ¡ ao encargo de elementos do nÃºcleo de estudantes do departamento.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Departamendo de FÃ­sica representado no PavilhÃ£o do Conhecimento</title>
		<link>http://ef.jeknowledge.com/2008/departamendo-de-fisica-representado-no-pavilhao-do-conhecimento/</link>
		<comments>http://ef.jeknowledge.com/2008/departamendo-de-fisica-representado-no-pavilhao-do-conhecimento/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 18:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luismiguel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mundo da FÃ­sica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ef.jeknowledge.com/?p=36</guid>
		<description><![CDATA[No passado dia 29 de Novembro realizou-se uma acÃ§Ã£o de divulgaÃ§Ã£o/comemoraÃ§Ã£o da 15Âª participaÃ§Ã£o portuguesa nas OlimpÃ­adas Internacionais de FÃ­sica (IPhO).

Estas olimpÃ­adas juntam os melhores jovens estudantes de fÃ­sica,Â  provenientes de vÃ¡rios paÃ­ses, numa competiÃ§Ã£o onde os concorrentes sÃ£o submetidos a uma prova teÃ³rica e outra prÃ¡tica. Apesar de estas olimpÃ­adas se realizarem desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No passado dia 29 de Novembro realizou-se uma acÃ§Ã£o de divulgaÃ§Ã£o/comemoraÃ§Ã£o da 15Âª participaÃ§Ã£o portuguesa nas <a href="http://www.jyu.fi/kastdk/olympiads/" target="_blank">OlimpÃ­adas Internacionais de FÃ­sica (IPhO)</a>.<br />
<a href="http://ef.jeknowledge.com/wp-content/uploads/2008/12/pavilhao-da-ciencia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-39" title="Alunos do Departamento de FÃ­sica no PavilhÃ£o Do Conhecimento" src="http://ef.jeknowledge.com/wp-content/uploads/2008/12/pavilhao-da-ciencia-300x200.jpg" alt="" width="210" height="140" /></a><br />
Estas olimpÃ­adas juntam os melhores jovens estudantes de fÃ­sica,Â  provenientes de vÃ¡rios paÃ­ses, numa competiÃ§Ã£o onde os concorrentes sÃ£o submetidos a uma prova teÃ³rica e outra prÃ¡tica. Apesar de estas olimpÃ­adas se realizarem desde 1967, apenas em 1994 estudantes portugueses participaram pela primeira vez, tendo depois disso participado em todas as ediÃ§Ãµes atÃ© agora.</p>
<p>Os jovens a participar sÃ£o seleccionados atravÃ©s dos resultados obtidos nas olimpÃ­adas de fÃ­sica a nÃ­vel nacional, onde os 9 melhores sÃ£o seleccionados para irem ou Ã s OlimpÃ­adas Internacionais (5), ou Ã s OlimpÃ­adas Ibero-Americanas (os restantes 4).</p>
<p>O <a href="http://www.fis.uc.pt/pt/main.php/" target="_blank">Departamento de FÃ­sica</a> Ã© elemento activo em todo este processo uma vez que, entre outras coisas, conta com o projecto <a href="http://algol.fis.uc.pt/quark/" target="_blank">Quark</a>, que Ã© uma escola de fÃ­sica para estudantes do 11Âº e 12Âº anos de escolaridade. Nesta escola sÃ£o abordados temas que o programa destes anos nÃ£o cobre, dando assim uma formaÃ§Ã£o suplementar aos participantes do projecto. Ã‰ tambÃ©m nesta escola que Ã© feita a preparaÃ§Ã£o dos olÃ­mpicos portugueses.</p>
<p>Por tudo isto, o Departamento resolveu assinalar a 15Âª presenÃ§a portuguesa nas OlimpÃ­adas com a exposiÃ§Ã£o dos cartazes de cada ano do evento, bem como com a demonstraÃ§Ã£o da prova prÃ¡tica a que os participantes foram sujeitos. ContÃ¡mos tambÃ©m com a presenÃ§a de alguns ex-OlÃ­mpicos que foram convidados para partilharem a sua experiÃªncia olÃ­mpica.</p>
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		<title>Ã€ Ordem da Engenharia</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 01:35:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luismiguel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ser Engenheiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Licenciatura em Engenharia FÃ­sica.
Ã‰ este o nome do curso que aqui estamos a dar a conhecer. No entanto, para grande parte da populaÃ§Ã£o, o que salta a vista quando olha para o nome do curso Ã© a parte do &#8220;FÃ­sica&#8221;. E tem a sua razÃ£o de ser, pois o curso Ã© amplamente baseado em FÃ­sica. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Licenciatura em Engenharia FÃ­sica.</p>
<p>Ã‰ este o nome do curso que aqui estamos a dar a conhecer. No entanto, para grande parte da populaÃ§Ã£o, o que salta a vista quando olha para o nome do curso Ã© a parte do &#8220;FÃ­sica&#8221;. E tem a sua razÃ£o de ser, pois o curso Ã© amplamente baseado em FÃ­sica. No entanto, tem uma vertente que o distingue de um curso de FÃ­sica mais clÃ¡ssico (tambÃ©m leccionado no mesmo departamento e com muitas aulas em comum com este), que Ã© a vertente da Engenharia. E Ã© precisamente sobre esta Ãºltima vertente que falaremos aqui, fazendo uma alusÃ£o sobre a parte burocrÃ¡tica que estÃ¡ subjacente a todas as engenharias e que, infelizmente, parte dos alunos, mesmo os que estÃ£o a frequentar uma engenharia, desconhecem.</p>
<p>A primeira noÃ§Ã£o a longo prazo que alguÃ©m que estÃ¡ inscrito num curso de engenharia Ã© que existe uma ordem - <a title="Ordem dos Engenheiros" href="http://www.ordemengenheiros.pt/" target="_blank">http://www.ordemengenheiros.pt/</a> - que tutela a profissÃ£o de Engenheiro. Ã‰ esta a entidade que tem o poder de dar o tÃ­tulo de Engenheiro aos recÃ©m-formados em Engenharia. Queremos com isto dizer que uma formaÃ§Ã£o superior num curso de engenharia por si sÃ³ nÃ£o Ã© o suficiente para se ser &#8220;engenheiro&#8221;: os alunos que concluem um curso de 3 anos ficam com o tÃ­tulo simbÃ³lico de &#8220;engenheiros tÃ©cnicos&#8221;, enquanto que os que concluem os 5 anos, ficam com o tÃ­tulo de mestres em engenharia. No caso concreto deste curso, os alunos que por agora concluem o mestrado saem da FCTUC com o tÃ­tulo de Mestre em Engenharia FÃ­sica.</p>
<p>E mais do que mero tÃ­tulo acadÃ©mico, o &#8220;grau&#8221; de engenheiro tem um certo peso em algumas categorias da engenharia, como por exemplo a engenharia civil. De notar que neste caso sÃ³ os engenheiros devidamente acreditados pela ordem tÃªm o poder de assinar certo tipo de projectos.</p>
<p>Posto isto, Ã© tempo para passarmos a explicar como Ã© que se pode ser membro da ordem. HÃ¡ duas maneiras: a primeira Ã© acabar o mestrado num curso de engenharia acreditado pela ordem. A segunda Ã© acabar o mestrado num curso nÃ£o acreditado e no fim auto-propor-se Ã  ordem, fazendo para isso o exame de admissÃ£o Ã  ordem.</p>
<p>Desta forma nÃ£o Ã© rebuscado pensar que a forma mais cÃ³moda de se conseguir o tÃ­tulo Ã© frequentar um curso acreditado, pois associado Ã  conclusÃ£o do curso estÃ¡ associada a possibilidade de se entrar directamente na ordem. No entanto, nem todos os cursos de engenharia sÃ£o reconhecidos pela ordem, uma vez que hÃ¡ certos requisitos - que sÃ£o irrelevantes para este caso - que tÃªm de ser cumpridosÂ  para que tal aconteÃ§a.</p>
<p>Particularizando um pouco e referindo-nos agora exclusivamente Ã  Licenciatura em Engenharia FÃ­sica da FCTUC, Ã© um curso que nÃ£o estÃ¡ acreditado pela Ordem. Todavia, isto nÃ£o Ã© apanÃ¡gio de nenhum fraqueza do curso. Ã‰, isso sim, uma consequÃªncia de alguns factores contrÃ¡rios a que tal pudesse vir a acontecer. Entre esses factores, tem particular importÃ¢ncia a pouca adesÃ£o ao curso - a nÃ­vel nacional abriram 155 vagas para as 5 universidades que oferecem este curso -, o que implica que em termos mÃ©dios sejam ainda menos os alunos a sair. Ora este nÃºmero no universo de todas as especialidades de engenharia Ã© algo pequeno para que haja sequer uma especialidade em engenharia fÃ­sica (recorde-se que o Ãºnico curso de Engenharia FÃ­sica acreditado Ã© o que Ã© leccionado no IST, e mesmo este estÃ¡ incluÃ­do no ramo de electrotÃ©cnica). Outra atenuante Ã© o facto de em termos prÃ¡ticos a condiÃ§Ã£o de &#8220;engenheiro&#8221; nÃ£o ser indispensÃ¡vel para que consigamos fazer o nosso trabalho sem quaisquer contratempos, daÃ­ a nÃ£o acreditaÃ§Ã£o pela ordem nÃ£o ser um problema de maior importÃ¢ncia.</p>
<p>Contudo, Ã© expectÃ¡vel que num futuro prÃ³ximo o curso venha a ser reconhecido. Isto porque o pedido de avaliaÃ§Ã£o jÃ¡ foi feito, porque o nosso curso tem qualidade suficiente para ser acreditado e porque, pela primeira vez em algum tempo, conseguimos trazer 20 alunos para o primeiro ano do curso, sinal que o curso tem futuro. Se juntarmos todos estes factores e esperarmos que nada de estranho se passe, nÃ£o serÃ¡ de todo ilusÃ³rio contar que num futuro prÃ³ximo a Licenciatura em Engenharia FÃ­sica da FCTUC esteja presente na lista de cursos acreditados pela ordem.</p>
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		<title>Percursos #4 - Ana Pratas</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 11:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Percursos]]></category>

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		<description><![CDATA[Ana Pratas, recÃ©m-licenciada em Engenharia FÃ­sica
Â 
HÃ¡ cinco anos atrÃ¡s ingressava na vida universitÃ¡ria e iniciava o meu percurso acadÃ©mico no Departamento de FÃ­sica da Universidade de Coimbra.Â 
Ao longo destes anos usufrui da qualidade de ensino que este departamento oferece e, agora que terminei o curso, sei que tomei a decisÃ£o certa tanto na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Ana Pratas, recÃ©m-licenciada em Engenharia FÃ­sica</p>
<p>Â </p>
<p>HÃ¡ cinco anos atrÃ¡s ingressava na vida universitÃ¡ria e iniciava o meu percurso acadÃ©mico no Departamento de FÃ­sica da Universidade de Coimbra.Â </p>
<p>Ao longo destes anos usufrui da qualidade de ensino que este departamento oferece e, agora que terminei o curso, sei que tomei a decisÃ£o certa tanto na escolha do curso como da universidade, pois sinto-me preparada e confiante para o que o meu futuro profissional me reserva.Â </p>
<p>Na verdade, foram apenas quatro os anos que estudei neste departamento. Tive a oportunidade de integrar o programa Erasmus e fazer o meu 4Âº ano em ItÃ¡lia, experiÃªncia inesquecÃ­vel e que tambÃ©m contribuiu para a minha formaÃ§Ã£o.</p>
<p>De momento ainda nÃ£o dei inÃ­cio Ã  minha vida profissional, no entanto as perspectivas sÃ£o boas e espero ter sucesso brevemente, tal como todos os engenheiros fÃ­sicos formados nesta casa.</p></blockquote>
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